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Quando você estuda a Alta Performance, descobre que existem quatro estágios de competência:
A incompetência inconsciente, em que a pessoa não sabe que não sabe;
A incompetência consciente, em que a pessoa passa a saber que não sabe;
A competência consciente, em que a pessoa sabe que sabe;
A competência inconsciente, em que a pessoa não sabe que sabe.
Vamos falar rapidamente sobre cada uma dessas etapas, pois elas influenciam de maneira fundamental a Alta Performance e, principalmente, o desenvolvimento e o crescimento pessoal e profissional de cada um.
No primeiro estágio, da incompetência inconsciente, não existe a busca do crescimento e do desenvolvimento, pois a pessoa nem sabe que é incompetente.
Sim, isso existe – acredite se quiser. Todos os dias vemos vendedores vendendo muito abaixo do seu potencial e colocando a culpa em fatores externos, quando, na verdade, boa parcela da responsabilidade é do seu próprio CHA (Conhecimentos, Habilidades e Atitudes), que precisaria ser desenvolvido.
No segundo estágio, temos um momento bastante desconfortável, que é a incompetência consciente – a pessoa passa a ter noção da sua falta de competência e isso provoca um grande incômodo. Geralmente é aqui que acontecem os maiores saltos de crescimento, de desenvolvimento, de subir o degrau e elevar sua capacidade.
O terceiro estágio, em que a pessoa sabe que sabe, demanda humildade para continuar crescendo. Afinal de contas, todo competente sabe que só chegou ali porque realmente investiu bastante em se desenvolver. O problema do terceiro estágio, então, é a estagnação na aprendizagem.
O quarto estágio, em que a pessoa não sabe que sabe, é um estágio de expertise. As coisas ficam fáceis, a pessoa tem experiência e a maior parte das dificuldades já foi vista e superada. Passa a existir uma rotina repetitiva, mas eficiente. A maior parte da alta performance ocorre aqui. O grande perigo nessa fase é o da acomodação, pois as habilidades que hoje fazem você ser competente, amanhã podem não ser mais úteis (nas palestras, eu sempre conto a história dos samurais para ilustrar esse ponto – ótimos com a espada, mas perdem completamente seu poder quando encontram um revólver). O quarto estágio demanda, então, atenção constante e adaptação.
Alguns autores já defendem, hoje em dia, um quinto estágio, que seria o da maestria, em que um expert do quarto estágio reúne, de maneira organizada, seu conhecimento “inconsciente” (ou seja, volta a torná-lo consciente) para ENSINÁ-LO por meio de um método. Esse, porém, é um assunto para outro artigo. Nesta edição, quero falar sobre os quatro estágios iniciais, principalmente o primeiro e o segundo.
Analisando os estágios da competência
Um dos grandes desafios que temos na VendaMais desde que começamos nossa história é fazer com que as pessoas migrem do estágio 1 para o 2. A imensa maioria dos vendedores, acredite, ainda está no nível 1, de incompetência inconsciente.
Eles/elas não têm noção do mundo incrível que se abre quando você desenvolve seus conhecimentos, habilidades e atitudes em vendas.
Quem está nos níveis 2 e 3? Vendedores que sabem que precisam melhorar, que acreditam no seu potencial e que têm consciência de que conseguem fazer mais, alcançar mais, trazer mais resultados.
Esses, acredite, são uma minoria.
Se você está lendo isto, claramente é um campeão, uma pessoa diferenciada, que busca melhorar, manter-se atualizada, aprender, trocar informações e ex...
Desde o início de 2014 o Brasil vem enfrentando uma crise econômica acentuada. Até o fim daquele ano não se sabia ao certo como ela se desenrolaria, em 2015 veio a confirmação de um período mais difícil do que muitos pensavam e em 2016 sobrou apenas a esperança de dias melhores. Para o Setor Automotivo, após atingir o fundo do poço, essa esperança vai tomando mais forma com o passar dos meses e começa a virar realidade.
O Setor Automotivo se divide em dois nesse momento. Uma parte, a que envolve maior fluxo, é a que sofre mais: as montadoras, que sofreram com as quedas consecutivas nas vendas. Do outro lado o Setor de Autopeças. Não houve segmento que não tenha sido afetado, mas o de autopeças viveu os dois lados da moeda.
Para quem fornece para as montadoras, momentos delicados e que puxaram todo o Setor para baixo, já para quem trabalha com reposição, os resultados foram até positivos. No ano passado, o setor de peças de reposição, onde o consumidor final faz a compra direta – atacado ou varejo –, faturou 4,7% a mais que em 2014. Já as vendas para as montadoras de veículos caíram. O faturamento foi 25,4% menor em 2015 do que no ano anterior. E em 2016, a estimativa é que os resultados estejam sendo mais equilibrados, com números ainda melhores para o Aftermarket e resultados não tão ruins para o fornecimento primário.
Para 2017, a estimativa é mais otimista. Espera-se um resultado somado positivo. Ou seja, somando fornecimento primário e Aftermarket haverá aumento real no volume de negócios. Enquanto a Anfavea estima um mercado até 9% maior em 2017, o Sindipeças é mais cauteloso e prevê um incremento de 2,7% nas vendas do setor para o próximo ano. Segundo Dan Loschpe, presidente do Sindipeças, a estimativa sofre revisões a cada três meses. “A construção do índice se dá com base nas conversas com os participantes do sindicato, que têm contato direto com as montadoras. Torço para que estejamos errados e que o mercado se recupere de forma mais rápida”, completou o executivo durante congresso em São Paulo.
Loschpe ainda prevê que o crescimento seja comprovado em breve. Ele prevê que até janeiro de 2017 o setor tenha algum mês positivo de vendas em relação a 2015. “Com base nas encomendas feitas pelas montadoras às empresas de autopeças, acreditamos que estamos perto do início de uma recuperação”, afirma.
Por que acreditar que 2017 vai ser melhor?
◾ O corte dos juros, que foram para 14% no início de outubro, foi mais um sinal de que o País começa a se reerguer. A queda foi de apenas 0,25%, mas foi a primeira em quatro anos. Um dos maiores beneficiados serão os financiamentos de veículos;
◾Conquista do posto de segmento com maior participação em locações de galpões para produção e distribuição;
◾Um dos únicos segmentos que conseguiu conter o sangramento com quedas pequenas e até crescimento durante a crise econômica;
◾Retorno dos investimentos estrangeiros.
Novo Inovar-Auto
Ainda segundo o presidente do Sindipeças, Dan Loschpe, apesar do cenário desafiador, já é possível vislumbrar dias melhores. Para ele, a definição de um novo regime para o setor automotivo deve acontecer no primeiro trimestre de 2017. “O Inovar-Auto termina no fim do ano que vem e já há uma série de discussões em andamento para substituir esse programa. Acredito que esse modelo expirou. O que vem pela frente será diferente”, avalia.
Loschpe aproveitou o congresso para revelar alguns pormenores do novo programa. Segundo ele, entidades como Anfavea, Sindipeças e Fenabrave fazem parte da discussão, comandada pelo governo federal. “A espinha dorsal já está desenhada e não será mais ...
Com a intenção de prevenir a população e educar os condutores, o Detran.SP alerta para uma série de infrações que estão previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), mas que muitos motoristas não conhecem e não sabem que geram multas.
Entre as atitudes que podem punir o condutor com multa e pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), estão maquiar-se ao volante (comum entre as mulheres), afastar o olhar da via e virar-se para trás, comer, ler, fumar ou namorar enquanto dirige, pilotar motocicleta com a viseira levantada, dirigir em ziguezague ou tentar alcançar algum objeto no chão.
A partir de hoje, 1o de novembro, começam a valer os novos valores e gravidade das multas, portanto, cometer algumas dessas infrações pode custar caro ao condutor do veículo. Elas estão enquadradas no artigo 169 do CTB e são mais comuns do que se imagina.
De janeiro a julho deste ano, o Detran.SP registrou 17.379 multas do tipo por meio de fiscalizações da Polícia Militar, em todo o Estado de São Paulo. Ao longo do ano passado, foram aplicadas 28.045 multas do gênero.
Confira algumas infrações, o valor da multa e as penalidades previstas, já com o valor atualizado, segundo o Detran.SP.
- Arremessar água ou detritos sobre pedestres: infração média, penalidade 4 pontos na CNH e multa de R$ 130,16.
- Dirigir com apenas um mão, exceto quando for mudar a marcha do veículo, acionar equipamentos e acessórios do veículo ou sinalizar manobra com o braço (fumar pode ser enquadrado nessa infração): infração média, 4 pontos na CNH e multa de R$ 130,16.
- Não acionar o limpador de para-brisa durante a chuva ou conduzir com o para-brisa em más condições (ressecado, por exemplo). Ou seja, com o equipamento obrigatório ineficiente ou inoperante: infração grave, 5 pontos na CNH e multa de R$ 195,23.
- Conduzir o veículo com calçados que não se firmem nos pés (como chinelos e sandálias soltas, sem presilhas) ou que comprometam a utilização dos pedais (sapatos com saltos altos e tamancos): infração média, 4 pontos na CNH e multa de R$ 130,16.
- Transportar animais à esquerda do motorista ou acomodados entre os seus braços ou pernas: infração média, 4 pontos na CNH e multa de R$ 130,16.
Outra atitude frequente, dirigir utilizando o celular, antes considerada infração média, passou a ser gravíssima, com multa de R$ 293,47 e 7 pontos na CNH.
Fonte: Portal do Governo do Estado