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Já está disponível mais uma grande novidade da Google: o Android Auto que pode ser acessado por meio da central multimídia AVIC F70TV, da Pioneer, primeira empresa do mercado a disponibilizar a inovação para os consumidores brasileiros, amantes de carro e tecnologia. A novidade é capaz de integrar o sistema Android aos automóveis, basta ter o multimídia Pioneer e o smartphone compatível com o aplicativo instalado.
Com essa tecnologia é possível acessar aplicativos do celular diretamente na tela do multimídia com total segurança e comodidade.
Com o Android Auto disponível, o AVIC-F70TV promete revolucionar de forma segura a maneira que o motorista brasileiro interage com o celular dentro do veículo. O multimídia é equipado com tela de 7,0”, TV digital integrada, GPS controle remoto e operação multi-touch para controlar facilmente a nova interface gráfica inspirada em smartphones. O consumidor pode curtir suas músicas e vídeos utilizando CD, DVD, Pendrive e dispositivos conectados via Bluetooth, tecnologia essa que também pode ser utilizada para atendimento de chamadas telefônicas. O modelo é o AVIC F970TV e tem todas as funcionalidades do AVIC F70TV, apenas a tela que é de 6,2” e não é compatível com Android Auto.
Fonte: Na Boleia
Parte da rotina do gestor de vendas consiste no acompanhamento de indicadores de vendas. Afinal, sem planejamento, não há controle. Sem controle, não há resultados.
A lista de indicadores pode variar de acordo com o setor e objetivos da empresa, mas um olhar atento para esses cinco é, sempre, fundamental.
1 – Carteira de clientes
Uma carteira repleta de clientes não significa necessariamente que a equipe terá sucesso nas vendas. Muito mais do que simplesmente ter clientes e mais clientes, é preciso saber como categorizá-los, para então perceber como utilizar melhor o potencial particular de cada um deles. Afinal, é dessa maneira que as boas oportunidades são de fato aproveitadas.
A divisão pode ser feita de várias formas. A primeira separação pode ser por frequência de compra, por exemplo. Assim, você consegue observar o que você considera como um cliente ativo e quais deles compram com frequência na empresa. Depois, fazer uma divisão horizontal para entender como os clientes se comportam e como você quer que eles se comportem. Análises simples como estas permitem ao gestor fazer uma boa leitura da carteira de clientes da empresa.
2 – Faturamento
Este é um dos indicadores que as empresas mais costumam acompanhar. Você pode medir o seu faturamento comparando os resultados das vendas com o que foi estabelecido no planejamento. Para atingir o faturamento estipulado, o líder deve motivar sua equipe e mostrar o caminho para que o time de vendas consiga bater as metas.
3 – Ticket médio
O ticket médio é relativo à venda adicional para o cliente. Você precisa saber quanto vende por pedido ou por linha de produto, para poder oferecer outros produtos, outras linhas ou fazer uma venda cruzada, por exemplo. Tendo em mãos todos estes dados, a empresa encontra caminhos em que não havia pensado para vender mais. Independente do planejamento realizado ou do ramo da empresa, o indicador do ticket médio mostra também a sua performance perante ao mercado.
4 – Mix
Assim como o ticket médio, o mix de produtos e serviços funciona bem para vendas adicionais. Através dos dados analisados neste indicador, a equipe de vendas vai fortalecer a comercialização de produtos que não estão sendo bem aproveitados no momento da análise. O vendedor deve ter atenção ao mix para vender outros produtos/serviços ou vender aquilo que o cliente não compra da empresa, mas certamente compra da concorrência.
5 – Tendência de batimento de meta
Para descobrir que a sua empresa tem uma tendência de batimento de meta, é preciso lidar com metas diárias e, então, fazer um planejamento semanal baseado nisso. Se a sua ideia de faturamento é de R$ 100 mil em um mês, por exemplo, e este mês tem 20 dias úteis, isso significa que a empresa precisa faturar R$ 5 mil por dia. Dessa forma, o planejamento semanal deve ser seguido e conferido diariamente para acompanhar este indicador e evitar surpresas desagradáveis no final do mês.
Revisão dos indicadores
Um bom processo de planejamento sempre começa pela revisão dos indicadores básicos, para saber o que acontece com sua equipe. Muitos líderes esperam demais para revisar os números e acabam se perdendo por conta do tempo lento de reação. Quando espera fechar um mês para começar a planejar o outro, o gestor perde a ...
Aproveitando a nova realidade do mercado brasileiro de cargas rodoviárias, que passa pela mesma transformação que o transporte individual de passageiros, Oscar Salazar, cofundador da Uber, empresa que em menos de seis anos se tornou uma das maiores companhias do mundo, se tornou investidor e diretor da CargoX, primeira transportadora do País impulsada por tecnologia. A previsão é que nos primeiros dois anos de operação, o investimento chegue a R$ 100 milhões.
Conectada em tempo real por um aplicativo com mais de 100 mil caminhoneiros autônomos, a empresa vem sendo estruturada desde meados de 2015 e é pautada em algumas das principais diretrizes do Uber: agilidade, flexibilidade e qualidade na experiência do contratante do serviço, além de uma base de motoristas cadastrados com processo de triagem rigoroso e responsabilidade pelas cargas transportadas. “Utilizamos a ociosidade da frota autônoma do País com o cruzamento das rotas de nossos clientes para otimizar os envios. Com essa tecnologia por trás da CargoX permitimos que os embarcadores tenham uma economia inicial de até 30% no valor do frete”, esclarece Alan Rubio, diretor de Transportes da CargoX, especialista com mais de 25 anos de experiência no setor de transportes.
Para Oscar Salazar, o momento econômico que o Brasil atravessa também foi uma oportunidade para a criação da companhia. Segundo o executivo, o mercado brasileiro de frete opera com 40% de ociosidade em sua capacidade. “As transportadoras brasileiras estão sob a pressão da crise econômica e, justamente por isso, vamos oferecer um serviço de melhor qualidade com menor custo. Para nós, é o momento de apostar no País e crescer de forma exponencial, impactando positivamente no valor operacional da cadeia logística”, afirma.
E continua: “Pretendemos revolucionar o mercado de transporte de cargas no País, com o fortalecimento da cadeia logística. Nós acreditamos em um crescimento rápido, com faturamento que pode ultrapassar os R$ 48 milhões no primeiro ano de atuação”, prevê Salazar.
O mercado brasileiro
O transporte rodoviário de cargas brasileiro (TRC) é responsável por mais de 65% do volume de mercadorias movimentadas no Brasil, e seu custo representa cerca de 6% do PIB do país. Para as empresas, o transporte de carga pelas estradas nacionais responde por mais da metade da sua receita líquida, como no caso da agroindústria (62%) e das indústrias de alimentos (65,5%). Segundo dados não oficiais, o Brasil tem uma frota excedente de aproximadamente 350 mil veículos (35%), o que gera mais de 30% de viagens com o caminhão vazio.
Fonte: Na Boleia