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A Volvo comemora 50 mil caixas de câmbio eletrônicas I-Shift feitas no Brasil. A produção local começou em novembro de 2011 no complexo industrial da companhia, em Curitiba (PR). Até então, o componente era importado da fábrica de Köping, na Suécia.
A transmissão eletrônica I-Shift equipa os caminhões pesados FH, FM, FMX e VM e os chassis de ônibus rodoviários. Atualmente, quase todos os caminhões da linha F e todos os ônibus rodoviários pesados produzidos pela empresa na capital paranaense recebem esse câmbio.
O Brasil foi o primeiro a ter uma fábrica de caixas I-Shift fora da Suécia. O projeto para nacionalização durou cerca de dois anos e envolveu engenheiros dos dois países. Segundo a montadora, o projeto implantado no Paraná serviu de modelo para a fabricação da I-Shift nos Estados Unidos.
Ainda de acordo com a Volvo, o sucesso da transmissão vem principalmente da redução no consumo de combustível, de até 5% em relação aos veículos com caixa manual. Outras vantagens estão na maior durabilidade da embreagem e no menor desgaste de pneus.
Fonte: AutomotiveBusiness
Os financiamentos de veículos novos recuaram 41% em janeiro na comparação com mesmo mês do ano passado ao atingir 90,2 mil unidades, entre leves e pesados e sem contar motocicletas. Há um ano, este volume era de 151,9 mil, de acordo com dados divulgados na terça-feira, 16, pela Cetip, empresa que opera o Sistema Nacional de Gravames (SNG), base de informações que reúne cadastros das restrições financeiras de veículos como garantia de crédito.
No caso de usados a queda foi menor, de 18% na mesma base de comparação, passando de 263,8 mil para 216,4 mil unidades, também incluindo leves e pesados.
Por segmento, o de leves registrou baixa de 41,6% no comparativo anual ao encerrar o mês com 85,6 mil unidades financiadas. Sobre dezembro, houve queda de 32,2%. Nos usados, com volume de 207,5 mil, as retrações também foram menores, de 18,1% e 15,7% sobre janeiro e dezembro de 2015, respectivamente. No total, somando novos e usados, as vendas financiadas de automóveis encerrou janeiro com 293,1 mil unidades, volume 26,7% menor do que janeiro do ano passado e 21,3% abaixo de dezembro.
De acordo com a Cetip, a melhor performance dos veículos leves usados com relação aos novos foi impulsionada pelas vendas financiadas dos modelos de 9 a 12 anos de uso. Em janeiro, foram negociadas 28,4 mil dessas unidades, uma queda de 6,4% na comparação com o mesmo período de 2015, mas o menor porcentual de baixa entre as demais faixas etárias. Os financiamentos dos automóveis com até 3 anos de uso caíram 23,2% na comparação anual.
Nos pesados, que considera caminhões e ônibus, também houve queda generalizada em janeiro: com apenas 4,6 mil modelos vendidos a prazo, a retração foi de 13,4% contra igual mês do ano passado e de 41,4% sobre dezembro. O volume de 8,9 mil usados financiados no mês passado representou baixa de 15,2% no comparativo anual e de 22,4% no mensal. Novos e usados chegaram a 13,6 mil unidades, 14,6% a menos do que janeiro de 2015 e 30,1% abaixo do total de dezembro.
Os financiamentos de motocicletas novas diminuíram 26,7% em janeiro quando comparado com idêntico mês de 2015 ao fechar com 52,1 mil unidades. Já as usadas com apenas 7,5 mil unidades ficaram 18,1% abaixo do volume registrado no primeiro mês do ano passado.
O CDC ainda é a modalidade preferida dos consumidores que compraram veículos a prazo, representando 81,3% do total de financiamentos realizados em janeiro deste ano. O consórcio vem ganhando força e encerrou o mês com 15,8% de participação, à frente do leasing, com apenas 1,2%.
Fonte:Automotive Business
O processo logístico envolve todos os setores de uma empresa e está intimamente ligado com as estratégicas corporativas. Desta maneira, uma parte sensível e muito difundida da logística está relacionada aos fretes e ao gerenciamento deles. Um bom produto só é de fato bom quando chega ao consumidor final depois de um bom processo produtivo, que faça a utilização de bons insumos, além de um elevado capital intelectual aplicado no seu manuseio. Um produto de qualidade, dizendo assim, depende de um excelente processo logístico para chegar às mãos do consumidor final no tempo e nas condições acordadas. Para isso, a logística deve se ater ao gerenciamento de fretes.
Como fazer com que os fretes sejam mais eficazes?
Depois de uma venda concretizada, é momento de entregar as mercadorias aos clientes. O processo produtivo e de controle de qualidade já finalizou o trabalho, mas o cliente ainda não está satisfeito. Alguns recursos podem e devem ser utilizados para garantir esta satisfação e todos estão ligados à eficácia no transporte e no gerenciamento de fretes.
Os recursos computacionais ajudam sobremaneira na economia e na identificação de pontos de melhoria nos fretes, elevando o nível de excelência para os clientes. É possível, por exemplo, efetuar o rastreamento em tempo real da carga transportada, fazendo com que o cliente possa se programar em relação à própria produção futura que ele vá ter. Essa é uma relação ganha-ganha, pois seu cliente não pensará em contratar outro fornecedor.
Muitas empresas possuem softwares de gerenciamento completos, mas não contam com um sistema que os integre ao gerenciamento de transportes. Estes últimos, chamados de TMS, são os sistemas de gerenciamento de transporte e buscam a integral comunicação entre a área produtiva/gerencial e a de logística e de gerenciamento de fretes e entregas.
Soluções inteligentes para empresas de qualquer tamanho
Há soluções específicas, que vão desde a coleta dos produtos finais, a disponibilização de informações para rastreamento aos clientes, comunicação do TMS com o controle gerencial da empresa e ainda dados de distribuição dos produtos a serem entregues.
Com a possibilidade de busca da melhor rota e do aproveitamento ao máximo do veículo da frota envolvido, o TMS pode ajudar na diminuição dos valores relacionados a seguros, além de garantir o total controle da documentação.
Atividades de manutenção da frota também serão gerenciadas via TMS, atuando na prevenção, utilização máxima dos serviços de garantia, controle de estoque de peças, o que não necessitará de recursos adicionais para mantê-los em estoque sem uso e até o próprio controle dos funcionários envolvidos na operação.
Pessoal interno e externo também pode ser controlado
Se houver funcionários agregados, um processo inteligente de logística e de gerenciamento de fretes poderá apurar os custos totais com muito mais eficácia, mantendo este cadastro atualizado, controlando à distância o nível de óleos lubrificantes e outros pontos vitais da frota e controle do tacógrafo.
Também pode controlar o comportamento do motorista do veículo durante todo o trajeto, sendo possível disparar alarmes de maneira remota e programável quando, pela localização GPS fornecida e gerenciada via TMS, for identificado que o motorista ultrapassou o limite de velocidade,...
