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Como reflexo de estoques elevados e fraca demanda, a produção de caminhões em janeiro foi de apenas 4,1 mil unidades, resultando em queda de 50,5% em relação ao mesmo mês do ano passado. Os modelos com maior retração, de 59,7%, foram os semipesados.
Em unidades chama a atenção o baixo volume de semileves fabricado no mês, 90 unidades, com queda de 33,8%. Os números foram divulgados pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
O recuo nos emplacamentos foi menor, 42,4%, decorrente de 4,4 mil unidades. “Como ocorre demora no emplacamento dos caminhões que precisam receber implemento, os resultados fracos de janeiro refletem o que ocorreu em outubro, quando houve a interrupção do Finame PSI”, afirma o vice-presidente da Anfavea, Marco Saltini.
A menor queda em emplacamentos (-26,3) foi para os pesados. Segundo Saltini, isso ocorreu provavelmente porque o segmento (formado pelos cavalos mecânicos) não depende do implemento para ser emplacado.
Diante da dificuldade de elaborar um retrato preciso dos caminhões com os números de um único mês, Saltini diz: “Teremos uma visão mais clara em março, já que fevereiro tem menos dias úteis.”
EXPORTAÇÕES
Neste primeiro mês de 2016 o Brasil enviou 842 caminhões ao mercado externo. Apesar do esforço do País para exportar, o volume foi 28% menor que o anotado em janeiro do ano passado. Os maiores volumes foram de semipesados e pesados, com 254 e 290 unidades, respectivamente.
ÔNIBUS ACOMPANHAM RETRAÇÃO
A produção de ônibus em fevereiro somou pouco menos de 1,2 mil unidades, resultando em queda de 48,9% ante o mesmo mês de 2015. Em licenciamentos, as 1.033 levaram a recuo de 44,9%: “Teoricamente, teríamos para os ônibus um primeiro semestre com crescimento por causa das eleições. A queda indica que o poder público está ‘meio quebrado’, muitas licitações não ocorreram. E o setor privado estaria investindo menos, até pela insegurança por possíveis depredações decorrentes de reajustes de tarifa”, diz Saltini.
As exportações de ônibus em janeiro totalizaram 322 unidades, com alta de 13% sobre o mesmo mês do ano passado. O maior volume enviado foi de modelos urbanos, com 202 unidades e acréscimo de 32,9%.
Fonte: AutomotiveBusiness
Os caminhões figuram a modalidade de transporte de cargas mais utilizado no Brasil e a falta de manutenção preventiva tem sido um dos maiores causadores de acidentes, atrasos nas entregas e outros prejuízos que elevam o custo dos serviços de frete. Esses fatores contribuem para a falta de credibilidade dos serviços de transporte do país, no entanto, a conscientização para a realização da manutenção preventiva da frota de caminhões pode mudar esse cenário e tornar o segmento mais confiável, seguro e lucrativo.
Segundo a agência CNT de notícias, a idade média da frota de caminhões que circulam pelo Brasil é de 19 anos entre os caminhoneiros autônomos e 8 anos entre as empresas. Além disso, o estudo realizado aponta que 32% da frota nacional tem mais de 20 anos de uso e 17% mais de 30 anos ativos. Esses números realçam ainda mais a importância da manutenção preventiva e, para ajudar você a entender melhor, listamos 5 benefícios que essa atitude responsável podem trazer. Confira
1. Reduz os riscos de acidentes
A manutenção preventiva é uma das soluções mais importantes para contribuir com a redução de acidentes nas estradas. Ela permite que problemas sejam identificados com antecedência, antes que se agravem, e ajuda a reduzir os riscos. Além disso, peças que apresentam alto índice de desgaste natural devem ser substituídas antes do fim da sua vida útil. Geralmente, as revisões periódicas avaliam esse desgaste, que pode acontecer antes do previsto, dependendo da forma como o caminhão é conduzido. Rodar com essas peças desgastadas diminui a eficiência, aumenta o consumo de combustível e ainda pode ocasionar acidentes por falhas. Por isso, não comprometa a sua segurança e a dos outros.
2. Permite não ser surpreendido pela fiscalização
Devido ao alto registro de acidentes gerados por falta de manutenção preventiva dos veículos, a polícia rodoviária intensificou a fiscalização e pode gerar prejuízos para o caminhoneiro com o tempo parado, caso sejam identificadas irregularidades. Sem contar com a multa, que pode pesar no bolso e colocar em risco a lucratividade do frete contratado. As revisões periódicas são obrigatórias e, para caminhões e ônibus, a fiscalização é realizada bem de perto. Por isso, não seja pego de surpresa. Fique em dia com a manutenção preventiva da sua frota de caminhões.
3. Melhora o desempenho da frota de caminhões
Considere o caminhão como um grupo de peças e componentes que trabalham em conjunto para proporcionar eficiência, segurança e conforto aos motoristas. Quando uma dessas peças ou componentes deixam de funcionar corretamente, comprometem o funcionamento de todos os outros, acaba diminuindo o desempenho do caminhão. O esforço do motor se torna maior, gerando aumento no consumo de combustível e acelerando o desgaste das outras peças. A manutenção preventiva poderá garantir que o desempenho do caminhão seja constante, e isso representará uma melhora na produtividade.
4. Aumento da eficiência e qualidade dos serviços
Com a manutenção preventiva, a frota de caminhões registrará baixos índices de quebra e os clientes terão suas mercadorias com entregas no prazo. Com a alta competitividade no mercado de frete, sabemos que a confiabilidade e a pontualidade podem se tornar um grande diferencial e isso pode representar a sua imagem no segmento. Além disso, clientes satisfeitos aumentam a confiança para contratar os seus serviços, podem ser fidel...
A Volkswagen é a primeira montadora a investir na oferta de um curso de mecatrônica no Brasil. A companhia anunciou que as aulas já começaram no Centro de Formação Profissional Volkswagen Senai, instalado na fábrica da companhia na Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP). A iniciativa ainda está em fase piloto, para 20 estudantes dos 141 matriculados na instituição este ano.
O programa de mecatrônica estende em mais um ano a capacitação dos alunos, que passa a ter duração de três anos. O curso inclui aulas práticas em um novo laboratório onde os jovens poderão aplicar os conhecimentos orientados por tutores. Com todas as etapas concluídas, o estudante receberá do Senai título de Especialista Técnico Desenvolvedor Integrador de Sistemas Automatizados de Manufatura.
A montadora destaca que, quando formados, os estudantes poderão ganhar ainda certificação da Câmara de Comércio e Indústria Brasil – Alemanha (NHK). Desta forma, o diploma também terá validade no país europeu. Para implementar o curso, a fabricante de veículos estabeleceu uma série de parcerias. Além do governo alemão, seis fornecedores da companhia participaram do projeto: Grob, ZF, Mahle, Kostal, Thyssen Campo Limpo e Thyssen Elevadores.
“A Volkswagen é a primeira empresa do País a oferecer este curso de mecatrônica no mesmo padrão de qualificação da Alemanha, com diploma reconhecido pelo governo alemão. É um projeto inédito e extremamente inovador. Mesmo diante do atual cenário econômico desafiador, continuamos investindo em nossos jovens e olhando para futuro”, destaca o vice-presidente de recursos humanos da empresa, Holger Rust, em comunicado.
O Centro de Formação Profissional Volkswagen Senai tem 42 anos de história. Foi a primeira estrutura do gênero a ser instalada dentro de uma fábrica de automóveis no Brasil. Neste período, mais de 6,4 mil profissionais foram formados ali. Programa acontece no centro de formação Senai instalado na fábrica Anchieta
Fonte: Automotive Business